0
Shares
Pinterest Google+

Um que tinha acabado de ingressar no curso de da ( Camilo Castelo Branco) foi submetido a um .

Em à SSP (Secretaria de Segurança Pública), a disse que os teriam arrancado sua roupa e seus tênis e dado tapas em seu rosto. Logo depois, ele foi obrigado a ingerir , pedir dinheiro, fumar e até tomar álcool combustível.

Tal fato é preocupante para quem procura de confiança para tratar da dos pets. Giovanna Saad, dona de dois cães e um gato, confessa que depois de acompanhar os fatos ocorridos na universidade, logo imaginou a de seu .

– Isto é um absurdo! Se estão vindo profissionais assim para o , nós temos que tomar cuidado, pois eles não são qualificados para cuidar de bichos, não acham?

Pensando nisso, o R7 conversou com os veterinários Zohair Saliem Sayegh, vice-presidente da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, e Mário Marcondes, diretor Hospital Veterinário Sena Madureira, de São Paulo. Veja o que os especialistas recomendam na hora de escolher um bom profissional:

– Observe se o veterinário trabalha em um que possa oferecer segurança à saúde do animal e também se a clínica ou estão regularizados. Nem sempre um bonito e bem decorado é sinônimo de credibilidade.

– Analise as condições de do local e a disponibilidade de trabalho em períodos fora da rotina. O melhor é optar por clínicas que se disponibilizem a atender o pet o horário que for preciso.

– Tem que haver empatia entre o dono do bicho e o veterinário.

– As colocações do veterinário devem ser sempre precisas e ele deve sempre esclarecer as dúvidas dos donos. Não saia da consulta com duvidas sobre um provável ou tratamento.

– Os tratamentos devem ser claros. Os donos devem rejeitar fórmulas e medicamentos secretos.

– Repare no comportamento do bicho. Além do dono, os animais devem se sentir confortáveis com a presença do veterinário.

– Logicamente, observe se o profissional tem diploma.

Comentários

Previous post

O Doberman e o Chihuahua

Next post

Seu cão faz isso?