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– “Por opção, escolhi não ter filhos, por opção também escolhi ter , mas não com a intenção de substituição e sim porque sempre gostei de animais mesmo”, destaca Cadisha Sastre, uma das dirigentes da (Organização Não Governamental) Instituto Cahon.

Ela mantém uma relação saudável com seus cachorros. Nada de mimar demais, nem de enfeitá-los. Cadicha diz que prefere transmitir seus de amor pelo animal, oferecendo boa alimentação e outros cuidados com a saúde.

Uma relação baseada no equilíbrio, “pelo menos é isso que tento”, afirma. “Procuro não mimá-los e não considero adequado enchê-los de presentes e coisinhas desnecessárias. Um animal fica muito mais feliz com um breve passeio do que com biscoitinhos ou roupinhas fashion”.

Seus cães são dóceis, carinhosos e não estranham ninguém. Ficam bravos só se sentirem ameaçados. “Eles são muito obedientes e nunca levaram um só tapinha. Bronca eles levam algumas, mas sempre leves. Vira lata aprende muito rápido”.

Com o mesmo pensamento, a professora Nediza Simões Fakhreddine, 60 anos, diz que não gosta de enfeitar seus cinco gatos (todos castrados e que foram pegos da rua).“Tem gente que abusa colorindo o pelo do animal, colocando brinquinho e roupa. Acho que isso é bom apenas para suprir a vaidade do proprietário, não representa um bem ao animal”, diz.

Espaço não falta para a criação dos bichinhos, que são bem independentes. “Já tentei comprar casinhas para eles dormirem, mas preferem escolher um lugar diferente a cada dia”, destaca Nediza.

A casa é térrea com jardim e quintal, mas os gatos preferem ficar dentro de casa. Nediza diz que sempre acontece de um animal ser o preferido. Ela conta que sabe identificar quando sua gata preta Viviane quer se aproximar. “Ela olha pra mim, fecha o olho e vem devagarinho, começa a ”, declara.

Esse amor é transferido para seus filhos e os dois netos, um de três e outro de seis anos. “Eles adoram os gatos, brincam com eles, e aprenderam a respeitar os animais, até formigas eles sabem que não pode matar”, conta Nediza, que também é protetora dos animais.

Seja cachorro ou gato, ambas pontuam que adoram observar os comportamentos de cada um. “Estão sempre nos ensinando o que é humildade, lealdade e amor incondicional”, diz Cadicha.

Zoonoses pós eutanásia
Segundo algumas entidades de proteção aos animais de Sorocaba, houve uma melhora na relação entre protetores e os funcionários do canil da Zoonoses, após o episódio de mortes de cachorros e gatos, por meio da prática da eutanásia. Com a maior vigilância dos protetores, o canil municipal está cheio e a eutanásia não foi mais realizada.

Castra móvel
Uma das promessas da Prefeitura de Sorocaba também foi de promover castração gratuita, de cachorros e gatos, nos bairros da periferia. Um caminhão estava sendo adaptado, mas até agora não se teve mais notícias.

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1 Comment

  1. suely bischoff machado de oliv
    03/10/2012 at 21:08 —

    Olá.Boa noite.Concordo com Cadischa e com Nediza,devemos sim tratar bem os nossos peludos,mas sem exageros.Não podemos transformar nossos peludos quadrúpedes em bípedes humanos,não é?Eventualmente fazemos alguns mimos,mas sem exageros .Tenho 9 gatos ,todos adotados e  8 castrados.Aguardo programa da Prefeitura de Atibaia para castração gratuita para o mais recente adotado, o Arthurzinho.