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Zanzando pela web encontrei essa matéria super interessante da Revista Época São Paulo, um texto útil e bem humorado de Felipe Pontes, a ilustração é do Fernando Gonsales, confira.

10_mandamentos

Dicas para facilitar a vida do seu animal de estimação na difícil hora (para ele!) de visitar o doutor

1. Esteja presente
Nada de ! O do tem que ir às . Só assim você pode conferir de pertinho o resultado dos e compreender como medicar seu bicho. No caso de , é importante consultar o para saber se o cachorro pode receber visitas. “Dependendo da , não é recomendável”, diz o Dr. Mário Marcondes dos Santos, diretor clínico do Sena Madureira. “Mas há casos em que a presença é importante para o emocional do animal.”

2. Não tema o veterinário
O diálogo é fundamental para melhorar a qualidade da consulta, mas muitos donos de animais ficam acanhados ao conversar com um veterinário. “O jaleco branco é uma questão de , não de autoridade”, diz o Dr. Santos. Procure um de confiança para sentir-se confortável. Mas nem tanto: lembre-se de desligar o celular antes da consulta. Quem conversa ao telefone não consegue prestar atenção nas instruções e informações fornecidas pelo .

3. Tire todas as suas . Mesmo!
Não entendeu alguma coisa? Pergunte! O dono de um cão não deve ter nenhuma dúvida a respeito de seu animal, seja sobre uma doença ou o resultado de um exame. E, se a dúvida bater depois da consulta, não hesite em pegar o telefone para conversar com o veterinário. Muitas vezes, o tratamento do seu bicho pode ficar comprometido se você não entender direito a dosagem da ou uma específica.

4. Forneça o máximo de informações
Seu cachorro não fala. Por isso, você deve observar atentamente qualquer mudança de comportamento nele para notificar o veterinário. “Podemos descobrir várias coisas no exame clínico, mas a maneira que o animal age nos ajuda a identificar patologias logo no início”, afirma a Dra. Daionety Aparecida Pereira, diretora da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa). Quanto mais pistas para um diagnóstico, melhor. O proprietário também deve trazer a medicação atual, informação de dietas e o histórico de exames do seu animal.

5. Avise se o animal é agressivo
O comportamento do animal em uma clínica é imprevisível, em razão do instinto de proteção, do medo ou de lembranças de experiências ruins. Até um cão manso pode morder nessa situação. Se ele tiver temperamento agressivo, certamentente a equipe precisa ser avisada antes. “Veterinário não é adestrador nem domador de fera. O proprietário deve ter o controle”, diz a Dra. Daionety. Ela afirma já ter visto um cão morder o próprio dono antes de uma consulta. O problema pode ser solucionado por meio de sedação ou de equipamentos de proteção.

6. Confesse tudo!
Seu cachorro come a pizza que sobrou? Bem, uma consulta não tem espaço para constrangimento. Você tem que admitir se dá comida da mesa ou compartilha alguma receita médica com seu . “Já fiz exames hormonais e receitei dieta para um poodle obeso. Mas ele só emagreceu depois que a dona faleceu. Foi quando descobri que a proprietária comprava caixas de chocolate para o cachorro”, conta a diretora da Anclivepa.

7. Exponha qualquer limitação financeira
O dinheiro pode ser um fator essencial para uma decisão médica, principalmente no caso de internação e cirurgias. O dono do cachorro precisa discutir suas limitações financeiras com o veterinário para evitar surpresas desagradáveis. Assim, ambos podem encontrar uma solução viável. “Muitas pessoas têm poder aquisitivo alto, mas não querem gastar; outras são pobres e dão um jeito de arrumar dinheiro para um tratamento”, afirma a Dra. Daionety Aparecida Pereira.

8. Trate bem o veterinário
Ele está ali para ajudar. Portanto, confiança, respeito e educação devem ser as bases do relacionamento entre você e o veterinário durante um tratamento. As chances de sucesso aumentam quando a comunicação é harmoniosa. Isso melhora o entendimento de uma doença e seus sintomas e da frequência dos medicamentos que o bichinho deve tomar.

9. Tenha um plano
O dono e o veterinário devem bolar uma linha de ação para o acompanhamento médico de um animal. Vocês podem programar a periodicidade dos exames e vacinas, facilitando a agenda sem deixar de lado a necessidade do bicho. Em geral, um cachorro idoso precisa de mais atenção do que um cão com 2 anos de idade.

10. Não esqueça a coleira
Não dê chance ao azar: o cachorro deve usar a guia numa clínica veterinária. A coleira reduz a chance de ele ter contato com outros animais doentes e evita muitos problemas. “A guia é imprescindível em lugares fechados, com animais que estão assustados e sentindo dor”, diz a veterinária. “Um cachorro já escapou da minha clínica e foi atropelado do outro lado da rua por negligência do dono.”

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2 Comments

  1. Juliane
    20/07/2011 at 10:22 —

    Ótimas dicas!

  2. Devemos segur todos esses mandamentos ao ir ao veterinário. Um abraço. Drauzio Milagres.