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Quem tem animal de estimação sabe: viajar é um dilema. Deixar o bichinho na casa de um amigo, em um hotel para animais ou levá-lo junto? Seja qual for a escolha, ter um bicho implica planejar roteiros e alternativas.

A antecedência conta muito. O empresário Pavel Kerkis, 26, começa a checar as opções bem antes para viajar com seu schnauzer Bob.

Quando vai escolher o hotel, liga antes para saber se eles aceitam animais. “Se não tem jeito, uma opção é alugar uma casa”, diz. Avião, só se Bob puder ir na cabine.

A cadela lhasa apso Dodô, da empresária de moda Maria Pidner, 42, também só viaja na cabine. A burocracia não é pouca. “A TAM permite um animal por cabine por viagem. É preciso fazer a reserva com antecedência”.

petrede-cachorro-mala-trouxa-viagemE há toda uma papelada a resolver. “É preciso levar atestado médico, carnê de vacinação…”, diz. Isso sem falar das viagens internacionais.

Planejar bem, no entanto, não garante sossego. No caso da viagem de São Paulo para Porto Alegre da psicóloga Priscila Fighera, 32, e de sua cachorra Margot, o desembarque causou estresse.

“Ela veio nas mãos de um funcionário. A caixa de transporte estava quebrada”, conta. “Disseram na TAM que não iam analisar o caso porque eu não tinha feito queixa na hora.” Ouvida, a TAM diz que é preciso fazer relatório no desembarque para que possa tomar providências.

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