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Umuarama – Amigos e companheiros, a cada dia os bichos de estimação estão ganhando mais espaço nos lares de Umuarama. Mas, você sabe como proceder quando seu “bichinho” morre? Muitas pessoas enterram os animais no quintal da casa ou jogam em terrenos baldios, porém essa é uma atitude errada e pode gerar ambiental.

De acordo com a veterinária Juliana Amarante, da CliniPet Medicina Animal, quando alguém enterra o bicho de estimação no quintal, esse ato pode causar problemas ambientais, como também para a população. Uma vez que o corpo em decomposição produz necrochorume: líquido com bactérias e substâncias , que contaminam o solo e o lençol freático. “A situação piora se esse animal morreu por alguma . A pessoa enterra no quintal, passa um tempo e começa a utilizar o terreno para plantar ou outras ações, isso contamina o ser humano, como também a fonte de água”, informou.

Juliana orienta as pessoas para procurarem as clínicas veterinárias ao acontecer o , mas o ideal era o município proporcional uma empresa especializada para realizar a coleta e destinação correta dos animais. “No caso da do animal na empresa veterinária, a resolução nº 670 de 2000 do Conselho Federal de Medicina Veterinária estipula que os hospitais, clínicas e consultórios devem adotar providências para embalar e armazenar o corpo até a coleta do órgão competente. Porém, o município não conta com tal serviço e temos que esperar uma empresa de Maringá recolher os animais mortos, como também o lixo hospitalar”, informou.

Ainda segundo a veterinária, entre clínica e pet shop, Umuarama conta com cerca de 10 empresas, além de dois hospitais veterinários todos carentes de um recolhimento do lixo hospitalar mais eficiente. “Umuarama tinha uma empresa que realizava esse serviço, porém fechou. Hoje temos que armazenar os corpos refrigerados e esperar o recolhimento. Para o animal morto não contaminar o solo e os lençóis de água, o corpo deve passar por cremação e os restos ainda precisam ser tratados, só assim podem ser depositados no solo”, ressaltou.

Segundo o diretor de pátio da Prefeitura, Tercilio Pugliesi, o município faz o recolhimento dos animais mortos nas ruas e na casa da população, basta ligar. Esses animais são depositados no aterro sanitário municipal. “Os animais mortos por atropelamento nas ruas e avenidas, são recolhidos pelo caminhão de lixo e destinados no aterre sanitário. A mesma situação para os falecidos nas casas, basta a população ligar no telefone 8404-6826 e falar com Aguinaldo”, disse.

Quando ele morrer
Quando o animal de estimação morre, algumas doenças ficam no ambiente. Se a pessoa adquirir outro animal, principalmente um filhote, que é mais sensível e ainda não recebeu todas as vacinas, corre o risco de contrair a mesma doença. A diária da casa com produtos específicos a base amônia quaternária, um desinfetante potente, é capaz de eliminar os resquícios e tornar a casa apta a receber outro animal. Aquelas máquinas que soltam jatos de vapor também são eficientes na do ambiente.

Fonte: Umuarama Ilustrado

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2 Comments

  1. PH Lima
    02/12/2014 at 16:43 —

    Assim como nos cemiterios, que nem sempre cumprem com as normas estabelecidas e parece que ninguem fiscaliza, enfim, voce pode preparar o solo para receber seu pet. Algo como profundidade, cimentar o local, usar produtos quimicos… enfim, alguns cuidados que com certeza valem apena para quem teve a companhia, o carinho o amor do seu pet por mais de 15 anos. Pode ate erguer uma capelinha no local. Acho que esse eh um caminho que deveria ser abordado pois quem tem um quintal, dificilmente vai levar seu pet para uma veterinaria para ser descartado….

  2. LiSobral
    05/11/2012 at 12:13 —

    Visando a questão ambiental, a considerar o tratamento para a destinação dos corpos de desconhecidos que a prefeitura tem, que em São Paulo, é o Cemitérios de Perus onde as condições são no mínimo absurdas, entre outros cemitérios, causando inúmeros problemas sociais e ambientais, imagina-se qual é a condições de alguns aterros ditos sanitários utilizados pela Prefeitura que muitas vezes, são na verdade aterros “controlados”, dependendo da cidade, nº de habitantes, ou seja, não há tratamento para o chorume ou, neste caso, necrochorume.
    Além do fato de que cadáveres em aterros não é, de longe, uma alternativa adequada, pois ainda geram riscos de contaminação…e, também não é recomendada por veterinários pois, aterros mesmo controlados não recebem tratamento para patógenos…
    Temos a questão do tempo de resposta a estes chamados para retirada dos cadáveres…imagina-se que deverão ser atendidos em no máximo 24 horas????Esquecemos da questão emocional daqueles que tem que dar destino ao seus companheirinhos…
    Digo tanto por minha visão profissional (Gestora Ambiental) quanto pessoal de quem possui vários animais de estimação.A melhor alternativa ambiental e em respeito aqueles que nos deixaram, não importa se pessoas ou animais seria a CREMAÇÃO. Entendo a questão religiosa, que também é relevante mas, ambientalmente ainda assim, é melhor. Tal possibilidade, disponível em grandes centros é extremamente cara e, por este motivo, inviável. Esta deveria SIM ser a alternativa dada pelas Prefeituras…