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Tentei adiar o máximo, – até por questões éticas – escrever sobre esse assunto tão importante e que pode fazer a diferença tanto para o animal como para o seu . Digo isso com muita segurança pois trabalho direta e indiretamente com .

Muita coisa vem mudando quando o assunto é proteger e garantir (pelo menos o mínimo) o bem estar de nossos mascotes. Para muitos isso é normal, natural e não poderia ser diferente. O problema é que ainda existe por aí muita gente que INEXPLICAVELMENTE não age corretamente no trato e conduta para com o animal que geralmente ele próprio escolheu para “ter”.

Inexplicável pois ao meu ver é completamente irônico e contraditório o “dono” não cuidar de sua “propriedade”. Sim pois o animal não escolheu estar alí. Quem escolhe e toma as decisões somos nós humanos racionais (olha a palavrinha aí de novo). “Inexplicações” a parte…

O que se nota hoje em dia é uma mudança de atitude bastante significativa, que obviamente está aquem do que necessitamos, mas que pode e deve melhorar muito a relação X animal e principalmente garantir aquele bem estar que citei anteriormente.

As leis estão surgindo, tanto simpatizantes quanto legisladores estão batalhando por penalizações que não só coibam mas também punam os infratores. Nada mais justo. O Brasil já está há alguns anos entre os top 3 no ramo Pet e nossa população animal é grande o bastante para gerar ainda alguns anos de trabalho duro no que se refere a abandonos, maus tratos e superpopulação (leia-se na verdade diminuição de população).

Tenho o prazer e me dedico com orgulho a um que se Deus ajudar ainda será referência nacional de Bem Estar e Posse Responsável. Muitos outros exsitem por aí e muitas pessoas bem intencionadas lutam diariamente. O que falta é divulgação e acesso a informação em massa.

A mídia e o poder público tem o dever de não só oferecer soluções, mas como também de levar informação a todos e em qualquer lugar. O Brasil é um país muito grande e com um coração maior ainda. Tenho certeza que com um pouco mais de acesso e incentivo, a população  tende a entender melhor e por consequência agir melhor. É assim com tudo na vida.

Você ensina seu filho o que é certo e ele com certeza seguirá por 2 caminhos. O primeiro e mais lógico sería fazer o mesmo que voce ensinou. Ótimo, aí fica tudo bem. Mas caso ele opte por não obedecer, poderá e deverá ser cobrado pelo sociedade.

Temos que juntar forças para primeiro levar a informação e depois cobrar a boa conduta. Muita gente com quem converso pessoalmente ou por e-mail ainda não sabe da existência dessas leis que protegem os animais. Até aí vamos relevar. Agora o que me irrita profundamente e me entristece é quando o proprietário reluta em cumprir alguma(s) dessas leis.

Mais uma vez tento entender o que leva a tal atitude. Simples arrogância e “bem estar” ao NÃO obedecer? Preguiça de mudar a conduta errada por uma correta e que beneficia o animal? Por quê alguém que trouxe uma vida para dentro do seu lar ou às vezes pagou (e caro) por esse ser não pode oferecer o minimo de conforto e bem estar?

Lembra daquele palavra….INEXPLICÁVEL!!! Ainda tenho certeza que será exatamente como aconteceu com o sinto de segurança. Seja por multa, seja por tempo para acostumar, seja por exemplos e vidas que se foram para ilustrar o quão importante é o uso do sinto… Hoje a coisa mudou pra melhor. Assim será com os animais.

Quando o homem der o devido valor ao seus semelhantes, só os burros sentirão no bolso o valor de ser burro.

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No Comment

  1. Juliana
    04/05/2009 at 10:39 —

    Veedade, quem maltrata animal éo verdadeiro animal! Devia sofrer a mesma coisa que fez ao animal, o mesmo sofrimento

  2. Concordo plenamente com o que você escreveu, é bem por aí mesmo, apenas discordo, quando você compara um infeliz que abandonou e/ou maltratou um animal, com um burro.

    Ele pode ser idiota, imbecil estúpido, cretino, mas nunca um burro.

    Os burros estão anos luz na frente dele.

    Agora fiquei curioso em relação a este seu projeto!