Ter um animalzinho é tudo de bom

Uma pesquisa científica feita na Suécia em 1991 e 1996 com 1649 crianças a partir de sete anos concluiu que as que possuíam animais de estimação desde o primeiro ano de vida estavam menos sujeitas a e rinite alérgica.

Outro similar feito nos EUA com 1246 crianças acompanhadas do nascimento aos 13 anos de idade concluiu em 2001 que “crianças morando em lares com um ou mais cães dentro de casa (não simplesmente largados em quartinho ou quintal, mas realmente convivendo com os donos) desde o nascimento tiveram menos probabilidades de desenvolver respiração ofegante crônica do que as que não tinham cães dentro de casa” e “a exposição a cães na primeira infância pode prevenir o desenvolvimento de sintomas de asma, pelo menos em crianças de baixo risco sem histórico de asma na família”.

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Outro estudo estadunidense, publicado em 1995, concluiu que “a posse de animais de estimação proporciona uma oportunidade de melhorar a . Um bicho pode se tornar estímulo para fazer exercícios físicos, reduzir a ansiedade e proporcionar um foco externo de atenção.

Animais de estimação são também uma fonte de contato e conforto físico e podem reduzir a solidão e a depressão, além de proporcionar um estilo de vida interessante.

Embora as provas disponíveis estejam longe de ser consistentes, pode-se concluir que, em alguns casos, relacionamentos de longo prazo com animais podem moderar variáveis fisiológicas primárias, particularmente pressão sanguínea.”

Agora veja o que é ainda mais interessante nesta pesquisa: “Os resultados se mostraram mais coerentes em estudos onde animais foram adotados pelos donos como parte do procedimento”.

Resumindo numa só frase: adotar é tudo de bom… e mais um pouco.

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Imagens: Ilustração/Divulgação/Reprodução/Internet

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