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Uma ordem da Diretoria de Apoio Logístico da Militar determinou o da quantidade de dada aos cães da corporação até que o abastecimento no Central seja normalizado.

Segundo o comunicado, os animais devem receber no máximo 400 gramas de ração por dia. A Polícia Militar (PM) não quis informar a quantidade normalmente servida aos cachorros.

O documento, que foi enviado na quinta-feira (20) pelo sistema de comunicação interna da Polícia Militar, também orientou os policiais a pouparem os cães dos serviços rotineiros e os utilizarem apenas em casos especiais.

Em nota, a PM informou que a medida foi tomada para que não falte comida aos animais até a licitação para compra de ração, que deve ocorrer no começo de março. A polícia explicou que os animais não estão passando fome e que a ação contou com a orientação de médico-veterinários. Ainda de acordo com a nota, o atraso na compra da ração se deve a um pedido do governo estadual de reanálise no procedimento licitatório que já tinha iniciado no segundo semestre de 2013.

Para a professora de nutrição animal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ananda Portella Félix, a redução brusca na quantidade do alimento dos cães não é recomendada. “É preciso de um acompanhamento veterinário e deve ser gradativa, já que corre o risco do cão perder tecido muscular”, explicou. Além disso, alguns animais podem ficar estressados tanto por causa da diminuição na quantidade de comida, quanto com a falta de atividades. “Os cães gostam das atividades, a falta delas pode deixar alguns irritados. O mesmo acontece em relação à comida, eles já estão acostumados com uma quantidade, uma mudança pode estressar”, contou a professora.

A Polícia Militar do Paraná possui o Canil Central, em Curitiba e outros 16 canis espalhados pelo estado. Os cães utilizados são das raças Labrador, Rottweiler, Pastor Alemão, Blood Hund, Pastor Belga Mallinois, Cocker Espaniel, Cane Corso, Dobermann.

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