Mais um caso, quem é o culpado afinal?

Em uma mulher esfaqueou um após ser atacada, não só esfaqueou como também despejou uma lata de na cara do animal para que ele a soltasse.

Ela é gari e mora nos fundos de uma propriedade, ao voltar do trabalho com o espeto que usa para recolher o lixo em sua mão o cachorro que pertence aos donos do lugar a estranhou e atacou.

Um acontecimento bizarro onde costumam dizer “pitbull do mal”, porém se pararmos e pensarmos na situação outra conclusão aparece, vamos comigo:
– O pitbull tem temperamento ;
– Mesmo quando manso, é agressivo por natureza;
– Mesmo manso e pacato, se ele se sentir ameaçado irá se defender;
– Os donos do cachorro não podiam deixar ele solto em um lugar de passagem.

Isso para começar, não praticando a posse o dono de qualquer animal estará colocando em qualquer pessoa estranha a este animal.

Um bom exemplo, minhas calopsitas, lindas, fofas, carentes e dóceis que até dá nojo, mas comigo. Se algum estranho chegar perto, duas delas chegam a bicar, é o animal. Sendo assim não vou chegar para uma visita minha e dizer: “vai lá, ela dá beijinho…” e depois de 5 segundos a visita ganha um buraco no beiço pra colocar um

Vamos os animais, seja em seu habitat ou em nossas casas, dessa forma  com a posse responsável casos como esse do início serão cada vez mais raros.

O pitbull desta história morreu…

Imagens:

Comentários

Um comentário sobre “Mais um caso, quem é o culpado afinal?

  1. Olá
    É bem por aí, a negligência do HOMO SAPIENS, fez desencadear um ato tão desestruturado como este episódio.E quem paga é o quadrúpede e o bípede fica ileso!
    abraços
    suely bischoff machado de oliveira
    psicóloga
    atibaia

  2. Olá
    É como você falou, os animais podem estranhar as pessoas e emitir um comportamento diferenciado. O meu gato Jordy(o protótipo do Garfield) é um nojentinho, ele, se alguém vier em casa e tentar acariciar ele, ele pode rosnar e sair fugindo, ou mesmo arranhar a pessoa. É o jeito dele!Comigo, ele se comporta de uma forma, mas c/pessoas estranhas, ele se retrai ou fica nervoso!
    Tenho pena dos peludinhos pittbull que adquiriram um estigma do mal. Aliás, tenho observado que muitas pessoas c/poucos recursos de habitabilidade ,adquirem um pittbull, que passa a viver em um local pouco aconselhado,oprimido e muitas vezes com uma alimentação pouco saudável p/o tipo dele. Cada animal requer um tratamento diferenciado ,e precisa de boas condições p/viver, além é claro, de muito carinho e de atenção por parte de seu dono .Não adianta você querer ter um animal ,e não poder lhe satisfazer em suas necessidades básicas.Então, se você mora em um lugar c/pouco espaço físico, tenha um bichinho de acordo c/ o perfil do lugar.Se você trabalha e fica o dia inteiro fora, e o seu bichinho fica sózinho, imagina só como ele se sente ! Tudo isso faz parte de um contexto que insere a responsabilidade social e a posse responsável! Não devemos ser egoístas e ter um peludinho ,pelo simples fato de dizer que tem, e que tem um de raça!
    Que triste morte deve ter tido este peludinho!
    abraços
    suely bischoff machado de oliveira
    psicóloga
    atibaia