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Com o mercado de animal em e a utilização de aditivos alimentares na de animais, a nacional de alimentos para animais de estimação (ou o chamado “pet food”) movimentou, em 2011, cerca de R$ 4 bilhões, o que possibilitou novos em tecnologia e novidades em matéria prima. Segundo as estimativas do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), os volumes comercializados em 2011 alcançaram crescimento de 4,2% em relação ao ano anterior. A queda do valor do milho e da soja, além do aumento da exportação da carne foram fortes colaboradores para o desenvolvimento do setor.

Outro ativo de extrema importância para a indústria de é a farinha de carne e ossos e farinha de vísceras produzida através da animal. De acordo com o diretor da Feira Expo Pet Food – voltada para o setor -, Daniel Geraldes, esses subprodutos são muito ricos em proteínas e minerais, por isso é uma matéria prima importante, a serventia dos dejetos não se limita apenas a fabricação de ração, mas atende também setores de cosméticos, produtos de higiene e limpeza, biocombustíveis, entre outros.

Em julho do ano passado, estudo divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostrava que os paulistanos gastam mais com a alimentação dos animais de estimação do que com feijão para o próprio consumo (0,55%); e em setembro, dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet) mostram que o setor movimentou R$ 11 bilhões em 2010 e cresceu tanto que, só na cidade de São Paulo, há mais de 4 mil pet shops, o mesmo número de padarias.

De acordo com a Anfalpet, o país todo já possui mais de um animal de estimação para cada dois habitantes (são 98 milhões de bichos).

Fonte: Itu.com.br
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