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Depois de um agitado ano de 2015, com muitas fusões e aquisições acontecendo, o mercado de para pet se mostra agora vibrante e inovador. Neste artigo, a Euromonitor International olha para as recentes e inovações e como as do ano que passou devem continar ganhando terreno em 2016.

HÁBITOS ALIMENTARES E COMIDA GOURMET: UM RETORNO AOS ALIMENTOS ARTESANAIS PARA PETS

A humanização dos pets vem impulsionando o setor há alguns anos, na medida em que desempenham um papel semelhante ao das em um número cada vez maior de lares ao redor do mundo, especialmente conforme as mulheres postergam a decisão de ter filhos. Este vem acontecendo não apenas em mercados desenvolvidos, como também em emergentes. Com os animais de estimação sendo tratados como “”, o montante gasto em mimos para eles também vem crescendo.

A ascensão do “foodie” no que se refere à fabricação de alimentos para consumo humano promoveu maior interesse em cozinhar e nos , bem como em receitas propriamente ditas. O mesmo vem ocorrendo com os alimentos para animais, razão pela qual as receitas tornaram-se cada vez mais apetitosas. O ano de 2015 trouxe o lançamento de mais receitas à base de guisado sob marcas como Cesar, mais uma vez replicando tendências visíveis na alimentação humana.

O fenômeno do foodie também significou que mais consumidores estão começando a cozinhar para seus bichos de estimação. Isso não está prejudicando as vendas, mas, ao contrário, está conduzindo à maior demanda por produtos inovadores que possam ajudar os donos de pets a cozinhar mais facilmente ou preparar diferentes para seus amigos peludos. Os produtos artesanais, com particular ênfase nos petiscos, estão ganhando impulso à medida que mais consumidores buscam agradar seus bichinhos em processos mais . Além disso, os produtos semelhantes à alimentação humana, como aqueles assados ou grelhados, estão se tornando mais .

FOCO NAS FORMULAÇÕES

Cada vez mais, mais donos de animais se conectam via fóruns e mídias sociais, lendo a respeito das diferentes e se tornando mais conhecedores quando buscam as melhores para seus bichos de estimação. Isso inclui não apenas o escrutínio do processo de fabricação de alimentos para animais, mas também seus ingredientes, uma questão no topo da agenda dos fabricantes. Realmente, as ofertas como a de alimentos liofilizados ou que passaram pelo processo de dried/air devem contar com mais investimentos em propaganda e se tornar mais populares uma vez que eles alegam reter mais os elementos nutricionais. Produtos crus também devem continuar a se sobressair apesar da controvérsia na indústria sobre os benefícios e diversos (muitos deles voluntários e preventivos) recalls de empresas como Nature Variety ou Vital Essentials. Produtos “livres de”, com um foco em ausência de grãos, podem não ser uma novidade, mas devem crescer, especialmente fora da América do Norte.

INGREDIENTES E RÓTULOS

A busca de ingredientes exóticos deverá manter-se forte uma vez que “mais por menos” é um lema que agrada a muitos consumidores, particularmente quando esses ingredientes acrescentam mais funcionalidades. Uma vez que ingredientes raros e exóticos, como frutas locais, se tornam muito procurados, sua procedência também está se tornando fundamental. A procedência dos ingredientes se mostrou importante em muitas categorias de consumo humano e de animais de estimação, como por exemplo, varejistas nos Estados Unidos anunciando que não vendem petiscos da China. O país de origem como um símbolo de qualidade também tem sido usado e deve continuar como um impulsionador importante, do qual o “Angus beef”, o Salmão Escocês e o bife da Nova Zelância são apenas alguns exemplos.

As questões relacionadas aos ingredientes também chegam à , que deve assumir uma relevância em particular na medida em que mais produtos são lançados alegando ter a carne como principal ingrediente. Carnes de veado, carneiro e javalis, entre outras, serão promovidas como um diferencial.

Essa questão também se estende à relevância da rotulagem, com os consumidores se tornando cada vez mais conscientes. A rotulagem precisa ser mais transparente e fácil de entender, com o conteúdo calórico se tornando um pré-requisito nos Estados Unidos ao longo de 2016.

TRANSPARÊNCIA

Aspectos como a transparência devem ocupar a linha de frente da condução dos negócios na era dos consumidores sempre conectados. Não há como fugir das informações e as políticas de responsabilidade social devem ser mais do que palavras. Os donos de animais de estimação são tradicionalmente mais engajados, possuem maior conciência ambiental e quando o preço não é um diferencial, a sustentabilidade, o engajamento ou a contribuição para as comunidades locais podem ser determinantes. A rastreabilidade da cadeia de suprimeiros precisa ser uma prática mais comum, indo ao encontro das expectativas do consumidor.  Afinal, processos legais como Barber-Nestlé devem se tornar mais corriqueiros se a indústria não se mover rumo a fontes mais sustentáveis e maior rastreabilidade.

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