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Segundo estudo, 83% são roedores. Poucos países têm registro oficial, o que torna essa barbárei ainda mais chocante!

Este número é baseado segundo estimativas em dados oficiais nacionais e extrapolações a partir de documentos científicos publicados. A grande maioria foi de roedores (83,5%), enquanto primatas, gatos e cães foram utilizados em porcentagens menores – 0,15%, 0,06% e 0,24%, respectivamente.

A estimativa foi realizada conjuntamente pela British Union for the Abolition of Vivisection (grupo britânico que luta pela abolição total de pesquisas com animais) e pela Fundação Dr. Hawden para Humana. Os resultados foram publicados na revista Alternatives to Laboratory Animals.

A compilação desses 115 milhões foi difícil porque os critérios de registro diferem muito de país para país. Apenas 37 tinham dados nacionais, ainda que parciais, em 2005. Nos outros 142, os pesquisadores precisaram se basear em dados de publicações sobre animais que saíram em 2006.

“É chocante como são poucos os países que acham importante contar o número de animais sofrendo nos laboratórios”, afirmaram as entidades. “É impossível chegar a um debate claro e honesto sobre o papel dos experimentos com animais no século 21 quando o número oficial é vergonhosamente subestimado.”

O grupo afirma que as estimativas finais seriam maiores quando adicionados animais não relacionados nos dados britânicos, como aqueles gerados numa cria excessiva e que não são usados em pesquisa, e animais que são mortos para que seus órgãos ou sangue sejam usados em pesquisas.

Na Grã-Bretanha, os pesquisadores precisam registrar o número de animais que utilizam, o total de procedimentos que realizam e o número de crias de animais usadas em reprodução transgênica.

Mas nos , onde mais se utilizam animais em pesquisa – são mais de 17 milhões, segundo estimativa dos pesquisadores -, os números oficiais não abrangem ratos, ratazanas, pássaros, peixes, répteis e anfíbios.

Muitos países nem mantêm registros a respeito. e a república de são os únicos lugares do mundo em que a pesquisa com animais é totalmente proibida.

Os bons exemplos ninguém quer seguir…

115 milhões de cobaias são usadas em um ano foi modificado pela última vez: junho 27th, 2014 por Alexandre Domingues
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  • suely bischoff machado de oliveira

    Olá

    É realmente triste este número de 115 milhões de cobaias usadas em um ano , mas creiam, ele deve ser bem superior a este, pois que os dados sofrem muitas interferências diante das estimativas tornadas públicas . Os cursos ligados à saúde humana geral e mesmo saúde humana mental , utilizam-se de muitos animais como cobaias. Mesmo no campo da psicologia, muitas cobaias são utilizadas e depois são deletadas, ou pior, são levadas vivas ao Instituto Butantã para servirem de alimento para as serpentes. Existem algumas pesquisas sinalizando de que, podem ser evitadas certas experiências, com animais vivos, e de que apenas partes de alguns tecidos ,podem ter o mesmo efeito no experimento final. A Grã Bretanha parece melhor equacionar o uso destes seres vivos em suas pesquisas, mas mesmo assim ainda é utilizado o animalzinho .Parabéns a Liechtenstein e a República de San Marino por não se utilizarem de animais vivos em suas experiências.Acontece que muitas das vezes, o aluno passa a banalizar certas atitudes no campo das experiências com cobaias, e aí é que nasce a problemática, ele passa a ser cético,frio,desumano,insensível,etc…
    Oxalá chegue rapidinho o dia em que, nós seres humanos, não utilizemos mais covardemente, estes seres vivos!

    abraços

    suely bischoff machado de oliveira
    psicóloga
    atibaia
    Todos os outros países do mundo bem que poderiam copiar este modelo!