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Ter um animal de estimação, ou mesmo brincar com os cachorros, gatos e outros bichos que ficam na casa de parentes e amigos é legal, e faz a criançada ficar feliz, mas é sempre bom tomar alguns , e é exatamente esta situação que merece uma campanha do Hospital das Clínicas, ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que direciona o foco para as casas em que moram bebês e crianças com pouca idade.

Oliveira Andrade conversou com a Filomena Gomes, ligada ao Instituto da Criança do HC, e ela relatou que o primeiro cuidado é ficar atento para evitar que os animais “cheirem” os pequenos, uma vez que o contato entre as que “habitam” os bichos e o corpo do bebê pode fazer com que, com baixa , a criança adquira alguma relacionada ao mundo animal, necessitando de rápido .

No caso dos adultos, o contato intenso também pode acarretar na doença mas, como a imunidade já é bem maior, essa chance é rara. Cada bicho deve ter seu espaço, e lá permanecer, uma vez que a simples passagem pela casa pode causar problemas, especialmente se o animal tocar em alguma comida ou fizer xixi no chão, por exemplo. Caso o cachorro esteja dentro de casa, é necessário que um adulto fique sempre de olho, para evitar esse contato com os pequenos.

Fonte: Jovem Pan Online

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