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Uma publicada no periódico PLoS One mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um positivo no de .

Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um.

No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados.

Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal.

Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais.

Fonte: CenárioMT
Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas foi modificado pela última vez: setembro 3rd, 2013 por Alexandre Domingues
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  • suely bischoff machado de oliv

    Olá.Boa noite.É isso aí, os peludos fazem sempre o melhor por nós, bípedes humanos. Portanto nos cabe como principio fundamental, sermos gratos a estas maravilhosas criaturinhas,não é?Os animais amam independentemente se voce é rico ou pobre, gordo ou magro, loiro ou moreno, sadio ou doente. Crianças autistas  com grau severo da doença não podem conviver com animais, pois os ferem muito frequentemente,mas em casos mais brandos o convivio pode sim ser um facilitador de melhores comportamentos