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O da de cães e gatos de rua abriu discussões acirradas em Bagé. Uma lei que deveria vigorar neste mês obriga veterinárias e criadores a vender animais cadastrados e castrados. A medida só não entrou em prática devido a intervenção do Ministério Público e do Regional de Medicina Veterinária (-RS), que consideram as novas exigências inconstitucionais.

Veterinários e parte da população temem o de e são contra a lei, enquanto de aos animais consideram a aprovação uma vitória. Se a lei entrasse em vigor, só seria possível comprar um cão ou gato apto a reprodução mediante cadastro do proprietário, como , na Sanitária do município, o que implicaria pagamento anual da taxa de R$ 75.

Segundo o assessor técnico do CRMV, César Viana, cláusulas da lei são incompatíveis com legislação que dispõe sobre o exercício da profissão de veterinário. Um exemplo, acrescenta, é uma unidade móvel que estaria fazendo castrações fora de ambiente cirúrgico. Com a pressão, a suspendeu até julho a da lei, que poderá ser alterada.

Presidente do CRMV, Air Fagundes observa que a não é contra o controle de natalidade de animais sem donos. Mas destaca que a lei precisa de ajustes. A coordenadora do curso de veterinária da da Região da , Cléia Siqueira, diz que a lei fere direitos do proprietário.

– E ainda transforma a em algo banal – afirma Cléia.

Proprietário de uma veterinária que, sem poder vender os animais investe em e tosa, André Flores organizou um abaixo-assinado contra a lei. O deverá ser entregue na Câmara de Vereadores nos próximos dias.

Fonte: Zero Hora
Controle de natalidade de animais divide Bagé foi modificado pela última vez: julho 4th, 2014 por Alexandre Domingues
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