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-SC orienta sobre especiais nesta época do ano.

Nos dias frios, os animais também ficam mais propícios às doenças de e precisam de alguns cuidados. De acordo com o , Silas Maurício Cuneo Amaral, membro efetivo do Conselho Regional de de Santa Catarina (CRMV-SC), exposições ao devem ser evitadas. “Assim como as pessoas, os cães ficam gripados, e se as doenças de não forem bem tratadas podem evoluir para problemas mais sérios”, explica o veterinário.

Dados de 2015 da Pesquisa Nacional de (PNS) mostram que o número de cachorros em Santa Catarina representa o dobro do número de entre 1 e 14 anos, com um registro de 2,4 milhões de cães e 1,2 milhão de . O levantamento mostrou ainda que mais da metade dos domicílios catarinenses têm cachorro (55,3%), sendo que a média nacional é 44%.

Entre as doenças mais comuns está a canina, muito parecida como a dos seres humanos, transmitida apenas de um cão para outro.
Alguns cachorros podem estar com a e não apresentar nenhum como febre, persistente, coriza e espirros. É a chamada traqueobronquite infecciosa canina, mais conhecida como dos canis, comum entre os cães e possui uma forma de contágio bastante rápida.

A doença é provocada por vírus ou bactéria, começa com tosse simples e garganta inflamada, que não deve ser ignorada. Se não for tratada, pode evoluir para um quadro de broncopneumonia. As melhores formas de proteção ainda são: manter a em dia e adotar como reduzir o número de banho, utilizar peças de em que o cão se sinta livre e confortável e em horários mais quentes.

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