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Para muitas pessoas, uma em não seria a mesma sem a presença do companheiro de quatro patas. Por isso, é essencial que quem pretende levar seu bichinho em uma de fique atento a algumas regras e tome precauções visando seu bem-estar.

De acordo com a (Agência Nacional de Aviação Civil), os animais domésticos podem ser acomodados no compartimento destinado à carga e bagagem ou na cabine de , conforme o critério da empresa. Caso a última opção seja permitida após consulta prévia, o transporte deve ser feito em compartimento apropriado e sem causar desconforto aos demais .

Para embarcar, é necessário ainda apresentar atestado de sanidade do pet, fornecidopela Secretaria de Agricultura Estadual, Posto do Departamento de Defesa Animal ou pelo veterinário.

Visando o conforto do animal, a veterinária Ana Paula Peres Gurgel explica que é importante deixá-lo em jejum algumas horas antes do embarque e verificar se a caixa onde ele permanecerá durante o voo é de um tamanho razoável, que permita seus movimentos. “Também é necessário ter atenção com a questão do aquecimento, já que a câmara do avião é muito fria. O animal pode ser vestido com uma roupa para evitar a hipotermia”, acrescenta.

Se preferirem, os proprietários podem medicar seus bichos, tornando a viagem menos estressante para eles. “Normalmente, é dado um tranquilizante para que o animal fique sonolento e com os reflexos mais lentos”, afirma Ana Paula. Segundo ela, o mais comum é a Acepromazina, que pode ser aplicada em gotas ou injetada. “Para comprar o medicamento, no entanto, é necessária a receita do veterinário, que vai indicar a dose certa de acordo com o peso. No caso da substância injetável, também é o especialista que deve aplicá-la.”

Perda — Além das preocupações com a saúde e segurança do bicho de estimação, há ainda o temor de que ele misteriosamente suma durante o trajeto. Foi o que aconteceu com Nair Flores, que teve seu cão desaparecido em uma viagem com destino ao Espírito Santo pela Gol.

De acordo com o Procon-SP, a companhia aérea é a responsável pelos animais a partir do momento que a prestação de serviços é iniciada. “Eles são como uma bagagem. A responsabilidade da empresa não é só durante o voo, mas no aeroporto também”, afirma Patrícia Dias, assistente de direção do órgão.

Em casos similares ao de Nair, o passageiro que se sentir prejudicado pode e deve correr atrás de seus direitos. “Nesse caso, ele pode procurar o órgão de defesa do consumidor, órgãos especiais ou o próprio judiciário”, aponta Patrícia.

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