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O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da , unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, alerta para os que se deve ter com animais domésticos e silvestres em casas onde moram bebês e crianças pequenas.

Animais de estimação são comuns nos lares brasileiros. Gatos, cachorros e, entre outros, têm espaço nas casas e, em muitos casos, são tratados como “membros da família”. Têm livre acesso a qualquer cômodo, se alimentam na cozinha junto com os seus donos e, como é possível ver em vídeos com milhões de visualizações na internet, até servem como ‘babás’ de bebês. Nesses casos, costumam brincar, lamber e cheirar bebês que ainda não têm o seu sistema imunológico completamente formado.

“Os animais não têm, obviamente, os nossos hábitos de . Eles possuem uma flora bacteriana própria que, por contato oral, por pele, nasal ou pela urina, podem causar nos bebês com até seis meses”, alerta a pediatra Filumena Gomes, do Instituto da Criança do HC.

Além dos bebês, as crianças a partir de dois anos de idade também podem ter problemas com os animais em casa, segundo a especialista do HC. “Isso ocorre porque, nessa fase, elas conseguem brincar, andar e interagir com o animal. E o bicho pode entender algumas ações da criança, como colocar o dedo no olho, por exemplo, como um sinal de ameaça e reagir atacando”, diz a médica.

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Os são grandes se não forem tomados os cuidados necessários. Os pelos dos gatos, por exemplo, podem agravar um quadro de . Além disso, há risco de doenças como fungos de pele (micose); toxocaríase (doença causada pelo verme Toxocara canis), toxoplasmose e traumas como cortes, arranhões e mordeduras.

Para evitar riscos e preservar a saúde da criança o animal precisa ter o seu espaço delimitado. Não deve transitar livremente por todos os cômodos da casa; principalmente pela sala, quartos e cozinha;

O adulto que cuida do animal deve sempre manter as mãos muito bem higienizadas.

O pelo de alguns animais pode agravar quadros de asma em crianças; a higiene na casa é fundamental.

Além da contaminação direta, o animal pode contaminar uma criança de forma indireta se tiver contato com a água, alimentação ou berço, sofá e roupas das crianças.

Uma criança nunca deve ficar sozinha em algum ambiente com o animal; sempre deve ter a supervisão de um adulto.

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Saúde alerta para cuidados com bebês e animais de estimação em casa foi modificado pela última vez: agosto 12th, 2014 por Alexandre Domingues
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  • Lisete Santos

    Concordo com a Suely, Também sempre convivi com animais de estimação, desde bebê, e graças a eles também tenho um ótimo sistema imunológico. Médicos exagéram quando dizem que temos que ter limites com nossos animais de estimação. Esta dra Filumena Gomes, ou ela infelizmente nunca teve um animal de estimação, ou não gosta de animais, ou esta totalmente por fora da realidade e dos benefícios que os animais nos trazem. Estes médicos são contraditórios, uma hora dizem que o contato com os animais, é muito importante e benéfico para a nossa saúde, e na outra já dizem que temos que ter limites e cuidados no contato com nossos animais de estimação. Sempre tive animais de estimação, e sempre vou ter, assim como meus filhos, pois para nós eles fazem parte da família, são maravilhosos e ao contrário do que os médicos dizem, eles só nos beneficiam, nos fazem muito bem. Médicos que dizem isto, é porque nunca tiveram contato com o maravilhoso mundo animal!!!

  • suely bischoff machado de oliv

    Olá. Bom dia. Infelizmente não posso concordar com esta estratégia  médica.Acima dos cuidados necessários entre uma criança e um pet,o  sistema imunológico  do bebê ainda não completo,etc, existe o sistema afetivo que é muito mais importante.Concordo com regras,limites e disciplina,mas não concordo com os exageros médicos inoperantes.
    Sempre conviví com animais, desde criança resgatava gatos das ruas, dormia com eles e tenho excelente saúde e um ótimo sistema imunológico, porque sou resistente a pêlos,penas,etc  pois usufruí do maravilhoso mundo dos animais.

    • Concordo Suely!

      • Cuca

        Tb não concordo! Minha priminha tem 3 anos e desde que nasceu convive com o cachorro da família, que aliás transita pela casa toda e dorme inclusive no quarto dela.