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O animal mais longevo existente na Terra é uma água viva chamada Turritopsis nutricula, recentemente renomeada para Turritopsis dohrnii, que não morre nunca. Quer dizer, se só se ela for comida por outro animal. Ela é um celenterado e costuma viver nas águas mais frias dos oceanos. “Ela vive na forma de água viva, denominada também de medusa, quando adulta. Em um determinado período, que depende de individuo para indivíduo, ela volta para a forma jovem, que é um pólipo ou forma de – em cativeiro elas efetuam este ciclo em média 5 vezes ao ano”, explica o professor de animais silvestres da faculdade de veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Leonardo Bôscoli Lara.

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“No caso da água viva, em vez do programar a morte, ele programa a volta dela para o pólipo. É um comando do para essa espécie”, afirma o professor. O processo de envelhecimento e morte está registrado no de cada indivíduo. Na morte celular programada ou apoptose a partir de certa idade, os radicais livres produzidos no próprio provocam injúrias cada vez maiores nas células, que se deterioram enquanto o envelhecimento progride, culminando na morte. A produção de radicais livres nos organismos, incluindo o do ser humano, ocorre principalmente na queima dos nutrientes que são ingeridos por mitocôndrias a partir do oxigênio respirado. “Portanto quanto mais afobada for a respiração e quanto mais alimento ingerir, mais radicais livres serão produzidos e mais rápido será o envelhecimento”, afirma Lara. Segundo o professor, esta é a explicação de por que os animais que respiram lentamente, comem pouco proporcionalmente e com mais baixo tendem a viver mais.

Fonte: Terra
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