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Santa Catarina – O aposentado Antônio Machado Pires e Neli Berto, da do Arpoador, em Arroio do Silva, adotaram um para cuidar como se fosse um membro da . Nego, como é conhecido o pequeno de um mês, é tratado com carinho pelo casal desde que nasceu.

Segundo Pires, eram sete pintinhos. No entanto, um comeu os outros seis e restou apenas Nego. “Como estava sozinho, ele se encostou a nós e não largou mais”, conta.

O aposentado afirma que tentou colocá-lo no galinheiro, mas a ave não se adaptou. “Ele fazia uma gritaria dentro do galinheiro e não tinha jeito de querer ficar lá”, explica.

“Quando era menor, eu deixei ele preso na cozinha e fui dormir. Ele começou a gritar até eu ir soltá-lo. Quando voltei para cama, vi que ele veio junto e ficou no tapete até eu sair do quarto”, diz Neli. “Se deixar, ele sobe na cama para dormir com a gente”, completa.

Nego faz companhia para o casal até mesmo na hora das refeições. “Um dia, ele veio no meu pé, subiu no meu ombro, pulou para cima da mesa e começou a comer o feijão do meu prato”, comenta Pires, admirado com a atitude.

Neli já aprecia o acordar do bichinho. “Eu acho engraçadinho quando ele acorda e se espreguiça. Estica uma perninha pra cá, outra pra lá. Acho tão bonitinho”. O dono do pintinho relata que vai cuidar de Nego até ficar grande. “Esse aí eu nunca vou matar”, garante.

Fonte: A Tribuna
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