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Ainda estamos em pleno , e todo mundo anda reclamando por aí do . Mas, daqui a pouco, a estação acaba e o friozinho chega com tudo, para desespero dos bichinhos de estimação com , que sentem mais dor do que nunca. E, ao contrário do que algumas pessoas pensam, a não é um problema apenas dos animais mais velhos, ela também atinge cães jovens.

Uma que se caracteriza pela destruição das cartilagens articulares e substituição por tecido ósseo, a artrose não tem cura e tende a evoluir, caso não seja controlada. Existem algumas que geneticamente são predispostas, como os teckel, buldog e pug, e outras que adquiriram o problema com o passar dos anos por cruzamentos indevidos (), como o labrador retriever, golden retriever, pastor alemão, poodle e rottweiler. Alguns apresentam o problema muito cedo, a ponto de existirem animais com a doença em último grau antes de 1 ano de vida.

“O para a artrose pode ser cirúrgico em casos mais graves, por meio das artroplastias, ou conservador, por meio de medicamentos, condroprotetores e antiinflamatórios, fisioterapia e acupuntura. E o mais importante e, teoricamente, o mais simples: controle de peso e adequação do ambiente”, alerta o veterinário Gustavo Gonçalves.

De acordo com o profissional, animais com artrose nunca devem ter sobrepeso, e os seus donos devem evitar ao máximo criá-los em ambientes com o piso liso.

Fonte: Moginews
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