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não se limita em colocar a vida de seres humanos em com a , febre e ; causando também mortal em cães.

O mundo, sobretudo a América está em alerta com os grandes que esse pequeno mosquito pode gerar. Além de transmitir dengue, vírus zika e febre chikungunya em seres humanos, o Aedes aegypti também pode colocar a vida do melhor amigo do homem em risco.

A doença que ele causa não é nova. Se trata da canina. O mosquito também não é o único inseto transmissor do mal, mas é o que mais tem gerado vítimas nos países quentes, como o Brasil e sobretudo nos últimos dois anos, devido ao crescente número de focos de reprodução do mosquito.

Só no ano passado, quase dois milhões de pessoas foram infectadas com a dengue. Esses números não incluem os de zika e chikungunya. Esses dados obrigaram algumas plataformas digitais, televisivas e impressas, de informarem junto a previsão do tempo, o índice de reprodução do mosquito para cada dia e região.

Também aumentaram as campanhas para destruir os focos do mosquito e a Europa está investindo no combate ao zika vírus. Esse cenário coloca em risco aqueles que ninguém se lembra de passar um repelente: os cães.

Embora existam larvicidas e outros medicamentos que evitam algumas doenças provenientes de insetos, o excesso de mosquitos não deixa de ser um risco para cães. A princípio dizia-se que os cães em riscos eram os de pelagem rasa ou os tosados, mas o mosquito costuma picar orelhas, patas e focinho.

A doença

A doença transmitida faz com que um parasita entre na corrente sanguínea do animal e caminhe por seu corpo até chegar ao coração. Quando se encontra no coração, começa a se alimentar do sangue e dos nutrientes existentes no corpo do cachorro, de forma que vai crescendo em formato de novelo (ou seja, enrolado), podendo chegar a vinte centímetros. Podem haver várias larvas em um só cachorro.

Esses vermes precisam ser mortos, pois se não forem, vão continuar no coração do animal, até matá-lo. Poucos dias após a contração da doença o cachorro já começa a demonstrar cansaço excessivo e até tose.

O problema é que durante o , o mata o parasita, mas existe o risco deste entupir os vasos, gerando uma embolia pulmonar. Entretanto, mesmo havendo o risco, o tratamento é necessário, caso contrário o cão não conseguirá sobreviver por muito tempo.

Além de manter as vacinas em dia, procure se policiar quanto aos mosquitos. Se possível, use inseticidas eletrônicos (aqueles que ficam ligados na tomada liberando inseticida há cada período ‘x’ de tempo). Existe repelente para cães e você pode usar nos dedos, orelhas e focinho, principalmente se viver em uma região com muitos focos do mosquito, mas só isso não basta. Faça sua parte evitando criadouros dos insetos.

Após as chuvas, fique atento: sempre fica algum balde, lixo ou prato de planta com água parada. Se livre de tudo isso e se ver entulho na rua e desconfiar de focos do mosquito, contate o serviço de combate à dengue de sua cidade. Muitas prefeituras já montaram equipes para cuidar desse assunto e fazer visitas nas casas.

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