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Coloque a sua música favorita para tocar em casa, faça algumas gracinhas para o seu gato, mas este parece não se importar. Uma desenvolvida por cientistas do departamento de psicologia da Universidade do Wisconsin e da Escola de Música da Universidade de Maryland, ambas nos , não só explicou o porque de o animal de estimação não ter afinidade com o como também disponibilizou três exemplos de produzidas especialmente para gatos, encorajando os donos dos felinos a tocarem as para eles e votarem no site (http://musicforcats.com/21-listen.htm) da pesquisa qual a favorita do bichano.

As músicas foram feitas a partir de uma estrutura teórica que se baseia na frequência da comunicação vocal entre os gatos, ritmos e sons do que despertam o interesse desses animais. “Criamos músicas apropriadas para eles, testamos e comparamos os resultados com os obtidos quando foram expostos a músicas com conteúdos afetivos para os seres humanos”, afirmam os autores no publicado na revista cientifica Applied Animal Behavioural Science.

As músicas foram testadas em 47 gatos domésticos, nos seus lares, com a presença dos donos. O estudo mostrou que quando submetidos às canções especialmente produzidas para eles, os gatos ficavam animados e se aproximavam das colunas, esfregando as glândulas odoríferas (de cheiro) neles. “Os gatos mais jovens e mais velhos foram mais receptivos ao som que gatos de meia-idade”, informa o artigo.

“Os gatos usam frequências mais rápidas para comunicar, então, as músicas deles precisam de ter notas mais rápidas do que na música humana”, diz o artigo. O estudo sugere novas maneiras que podem ser usadas para o enriquecimento auditivo dos animais. Os pesquisadores acreditam que as descobertas podem beneficiar “gatos de abrigos” e particularmente aqueles que estão acostumados com a companhia humana.

“Pensamos em gatos como altamente independentes dos seus ‘servos’ humanos, mas há algumas pesquisas que mostram que os gatos sofrem de ansiedade de separação, que esta é maior em gatos crescidos com humanos do que em gatos selvagens”, explicou um dos autores do estudo Charles T. Snowdon, do departamento de psicologia da Universidade do Wisconsin, em entrevista ao Discovery News.

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