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Animais espirrando no não são nenhuma novidade, mas, quando o assunto é um felino, os tutores devem permanecer com as orelhas em pé. Espirros podem ser um sinal de atenção caso o seu bichano seja daqueles que “faz turismo” pelos telhados das casas dos vizinhos, ou se é um animal cuidado sem grandes compromissos por um grupo de pessoas. Fique ligada também se o gatinho foi adotado de um abrigo há pouco tempo.

Os gatos espirram por diversas razões – e pode ser até uma defesa natural contra alguma irritante à mucosa nasal. Mas, se acompanhado de outros , seu mascote pode precisar de uma visita ao médico veterinário.

Veja as explicações mais comuns ao espirro insistente do gato:

Padrão e freqüência

Se o seu gato espirra depois do uso de um desinfetante no banheiro, da troca de da sua caixa ou após o borrifo de essências aromáticas pela casa (e isso vale para incenso), é porque esses sensibilizam a mucosa do bichinho e, na presença dele, devem ser evitados.

Secreção nasal e/ou

Espirros que levam à descarga de nasais, sejam elas verdes, amarelas ou incolores, merecem nossa atenção. As duas primeiras podem estar associadas, muitas vezes, a que têm chance de evoluir se não combatidas com o auxílio de antibióticos.

Outros sinais de gripe

, prostração, febre e inapetência são fortes indicadores de doenças. Verifique se a de seu gato está em dia. Calicivirose e rinotraqueíte são doenças comuns no mundo dos gatos, mas a não significa proteção garantida. Por isso, eles devem receber cuidados extras no inverno. Esses sinais são mais comuns em gatos que vivem em comunidade, pois basta um estar sofrendo de rinite para contaminar os demais “colegas”, em especial filhotes.

Saúde bucal

Não é tão raro assim, ainda mais em felinos idosos. Tumores de , de palato e até de ossos trancados entre os dentes podem comprometer a saúde oro-nasal de seu felino. Se for o caso, ele pode até mesmo apresentar também dificuldade em comer e cheiro ruim na boca. Quando tumores estão envolvidos, fique de olho em outras duas doenças do mundo dos felinos: a FIV e a FELV. Essas duas são difíceis de combater, porque exigem tratamento para toda a vida – vale dizer que é fundamental para cada caso.

Cuidado com aglomeração: assim como os seres humanos, os bichanos precisam viver em locais bem ventilados e que sejam do frio. Prestar atenção ao calendário de vacinas é outra forma de manter o bem-estar de seu bichano. Não custa lembrar: é bem melhor do que correr atrás do , uma vez que letargia e inapetência que acometem gatos “gripados” exigem cuidados especiais por um período nunca inferior a sete dias.

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