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Campanha “Diga não à ”, com artistas, ultrapassa a fronteira e ganha força entre os Médicos Veterinários de Franca e .

A Campanha nacional “Diga Não à Leishmaniose” começou com a união de diversos artistas contra essa grave doença de saúde pública, por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Entre os que já aderiram à causa estão Hebe Camargo, Daniela Albuquerque, Flávia Noronha e Solange Frazão. Agora é a vez dos Médicos Veterinários de Ribeirão Preto e Franca se unirem para ajudar na conscientização da população e tanto dos cães quanto dos humanos com a extensão dessa campanha, denominada “Diga Não à Leishmaniose. Eu já disse!”.

O objetivo da ação é estimular a curiosidade dos proprietários dos cães sobre a doença e incentivá-los a prevenir o animal e a família. A Médica Veterinária e coordenadora de território da , Tatiana Braganholo, explica que primeiramente os cães dos veterinários das duas cidades serão encoleirados gratuitamente, com a coleira impregnada com deltametrina a 4%, princípio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial de Saúde como uma das ferramentas de controle da doença. “Durante o encoleiramento, os veterinários serão fotografados com seus cães e as fotos dos participantes serão emolduradas e disponibilizadas na sala de espera principal, para que os clientes possam ver. Assim, eles se interessarão pela doença e receberão todas as informações para que o animal não seja infectado”, esclarece.

A expectativa é que cerca de 70 clínicas em Ribeirão Preto e 20 em Franca apoiem a campanha. “Com esse número, atingiremos 150 Médicos Veterinários e encoleiraremos 180 cães”, finaliza Braganholo.

Sobre a leishmaniose
A leishmaniose é transmitida, principalmente, através da picada de um inseto conhecido popularmente como “mosquito palha”. O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas mesmo estando doente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90%dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.800 pessoas são infectadas anualmente.

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