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A procura por animais e domésticos, principalmente por quem quer criar os bichos em casa ou em pequenas propriedades, têm sido cada vez maior no , e vem gerando renda para os produtores que participam de projeto da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), que existe há cinco anos e estimula a de exóticas e domésticas para a venda, além de auxiliar na profissionalização dos produtores. A prática não é proibida, pois a lei ambiental estabelece restrições apenas para animais da brasileira.

petrede-calopsitaBichos como , , , , , , , , , Porquinho da Índia, e são considerados animais exóticos, porque possuem origem estrangeira. Não há legislação específica e o Ibama exige apenas que os produtores mantenham uma boa higiene do local reservado para criação de animais dessa espécie. “A criação é uma opção de trabalho para o agricultor. Os bichos são vendidos com destino de ser um animal de companhia de estimação, como um animal pet”, explica o técnico agrícola da Emater-DF, Sizelmo da Silva Santana.

O técnico conta que o mercado de aves está em crescimento e o retorno é garantido, mesmo por que há grande demanda e poucos criadores, o que aumenta o preço de venda. A criação desse tipo de animal garante para o produtor uma renda familiar estável. A unidade de animais como os periquitos-australianos, por exemplo, custa ao produtor R$ 1,50. Na hora da venda o bicho pode ser repassado por valor que varia de R$ 6,00 a R$ 10,00, dependendo da época do ano, é válido levar em consideração que um casal pode ter até 25 filhotes por ano, por isso o é garantido. “Outro benefício do projeto é gerar emprego e renda para agricultor familiar”, conta Sizelmo.

O produtor Vanair Carlos Passos confirma que o retorno financeiro é garantido. Uma calopsita selvagem custa R$ 100,00, enquanto a adestrada R$ 200,00. A ave mais cara é o Papagaio Eletus, vendido por até R$ 4,5 mil. O Periquito Australiano é o mais barato chegando a custar R$ 15. “O Loris arco-iris é vendido R$ 1,7 mil. Caso a ave seja adestrada, o preço pode chegar até 2,5 mil. A procura é grande o ideal é que agente conseguisse produzir mais para atender a demanda”, explica.

Fonte: Mais Comunidade
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  • suely bischoff machado de oliveira

    Olá.Na verdade animais exóticos e muitas emplumadinhas passam a fazer parte da família de muitos humanos.São aves e necessitam de menos espaço geográfico para viverem bem.Mas daí ocorre um aumento no comércio de animais, o que é um grande desserviço.Muitos indivíduos acabam por desenvolver um trabalho dito criadores de aves.
    É o mercantilismo a solta…………..Ter um animal é bom,mas comercializar não.