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para cachorro. de , interior de , produz as comidas típicas da natalina para o mercado de . As guloseimas são preparadas para animais, mas com visual de dar água na boca de qualquer um.

para cachorro. Ele é preparado com especiais e não prejudica o animal. Nesta época do ano, ele vira panetone e faz o maior com os bichos.

O José Elias de Almeida conheceu o chocolate para cachorro numa que fez aos Estados Unidos. Quando voltou ao , apostou todas as fichas no mercado pet e enfrentou o de criar um com o mesmo gosto e aparência do chocolate.

“O chocolate realmente faz mal pro cachorro, porque dentro da composição do chocolate para humano tem a chamada teobromina. Essa teobromina faz mal pro cachorro e dá até óbito pro cachorro”, informa José Elias de Almeida.

O empresário fez testes durante um ano. Ele misturou farelo de soja, gordura vegetal, leite em pó e aromatizantes. De tanto experimentar, chegou à fórmula ideal: estava criado o chocolate para cachorro.

Junto com o sócio Raphael Nobre, José de Almeida lançou o chocolate em barra, de palito, ossinhos, em formatos natalinos. O campeão de vendas no é o panetone de chocolate para cachorro.

“Muita procura, muita procura. Desde acho que outubro, alguma coisa do tipo, ele já vem vendendo bastante bem. Então, até o final, os últimos dias do Natal, a esperança é bastante grande de vender muitos produtos”, acredita o empresário.

O no negócio foi de R$ 10 mil. No início, a era terceirizada. Aos poucos, José de Almeida montou a linha de .

Ele compra barras de chocolate sem cacau. Na produção, primeiro ele é derretido e depois para vai para a moldagem. Quando esfria, recebe acabamento e é embalado.

O faturamento médio da empresa é de R$ 60 mil por mês. No final do ano, a produção acelera. A previsão este ano é vender 2,5 toneladas de chocolate para cachorro em dezembro. Um crescimento de 30% em relação ao Natal do ano passado.

E a empresária Claudia Barrak apostou no mercado de confecção pet. Desde 1997, ela produz camas, bolsas para transporte e roupas. Só no último ano, a empresa cresceu 30%. E, quando chega o final do ano, as vendas aumentam.

“É um mercado que tem um potencial muito grande, muito grande mesmo. Hoje, o Brasil é o segundo mercado mundial, atrás dos Estados Unidos. Mas está muito aquém dos Estados Unidos e a gente tem uma quantidade de animais muito grande”, explica a empresária.

O investimento no negócio foi de R$ 50 mil, para comprar matéria-prima e capital de giro. A empresária terceiriza a produção. Lá, a criatividade conta mais do que o preço. A cada três meses, são lançadas novidades: tem cama com ossinho, vestidos, roupas floridas e até camisa de surfista.

A empresa fabrica R$ 10 mil peças por mês e vende para 200 pet shops em todo o país. Em uma das lojas, as vendas crescem 30% no Natal.

É um mercado aberto, ávido por novidades. Tudo que é diferente costuma vender bem: brinquedos, bijuteria, colônias, petiscos, molho para ração e, claro, as roupinhas de Papai Noel.

A dona do pet shop, Angelina Gusmão, começou pequena, com um investimento de R$ 50 mil. A empresa aumentou os serviços de estética, acrescentou rações e acessórios. E, hoje, o lugar é pequeno para tantos produtos.

Ela aposta em roupas de Natal para alavancar as vendas. “No final do ano, sai com lacinhos, sai caracterizado mesmo de Natal. Muitos se vestem até de Papai Noel”, afirma.

Os clientes esbanjam dinheiro na hora de enfeitar os cães. No Natal, alguns gastam mais de R$ 1 mil com mimos para os bichos, que são tratados como filhos. “Adoro vir aqui comprar as coisas e ela já está pronta pro Natal”, diz a cliente Silvia Heyn.

Um pet shop comprou mil unidades de produtos de chocolate pet do empresário José Elias. Tem bombom a R$ 1, barra de chocolate a R$ 3,80 e o panetone por R$ 6,65.

“O chocolate no Natal vende muito, o panetone, esses artigos. Aumenta muito a venda nessa época do ano”, informa o gerente Richard Felipe Gomes.

A cliente Mariana Rocha se antecipou e já comprou uma roupa de Natal e panetones para seu fiel companheiro. E ela não faz economia. “Gasto com roupa, com comida, com brinquedo e, num momento como este, como é Natal, tenho que gastar também, não é?”, declara.

Ela prepara a mesa e serve. O Cosmo, um setter irlandês, não perde a pose de lord na hora de comer. Ele adorou o panetone de chocolate.

Mas o que ele gosta mesmo é brincar de esconde-esconde. Ele corre pela casa toda à procura do panetone escondido. Cosmo se diverte e se lambuza quando acha o panetone.

Fonte: PEGN
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