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essenciais garantem segurança e tranquilidade para todos

As de julho se aproximam e a alegria de colocar o pé na divide espaço com a dúvida sobre o que fazer com o amigo pet? Deixá-lo em casa, em hotelzinho ou levar junto? A médica veterinária da , Keila Regina de Godoy, dá algumas orientações para que a felicidade do merecido descanso não se transforme num drama para os bichos.

Considere deixar o pet em casa – se tiver alguém da sua e familiar ao animal que possa visitar diariamente a residência e se a for de poucos dias. Cães arredios a mudanças de ambiente e que não costumam sair de casa podem ficar melhor assim. Também é boa pedida para gatos, que são naturalmente resistentes a qualquer alteração na rotina e não gostam de ser transportados, salvo exceções (há alguns gatos que acompanham bem os donos nessas saídas). Mas atenção: não é porque gato é um pet mais independente que ele pode ficar muito tempo sozinho! A visita diária é indispensável, tanto para os cuidados com alimentação, e (no caso dos cães), quanto para momentos de atenção e carinho, para o animal não se sentir muito sozinho ou abandonado. Pet sitter é uma opção? Sim, mas é como uma babá, precisa ser de confiança e ter boas referências.

Considere hotelzinho – se o pet é mais sociável, aceita mudanças de ambiente, mas não pode ser levado na viagem. Escolha criteriosamente o local, peça recomendação de amigos ou parentes que já tenham deixado o animal de estimação durante viagens e confira de perto as condições do hotel. Geralmente os locais exigem que pet esteja saudável, devidamente vacinado e vermifugado, além de castrado, o que significa uma segurança para a saúde de todos. É recomendável levar os objetos dele, como cama, vasilhas e brinquedos, além do alimento ao qual ele está acostumado, para que não estranhe tanto a mudança. Importante combinar previamente com os responsáveis qual será a rotina de atividades do pet, como horário das refeições, lazer etc, e se certificar de que ele não ficará em uma gaiola, pois isso certamente irá estressá-lo.

Considere levar na viagem – se o destino aceita bichos de estimação e o animal for sociável e adaptável a novos ambientes. Nesse caso, é necessário pensar na logística e garantir um transporte adequado e seguro, que pode ser em caixas apropriadas disponíveis para compra em pet shops. Além disso, é importante levar os pertences do animal, como caminha, vasilhas de água e comida , além de alguns brinquedos, de forma que ele não estranhe tanto a mudança de ambiente. As vacinas precisam estar todas em dia e é bom que o cão tenha tomado também a da gripe canina, especialmente porque o inverno pode favorecer a doença. Também é preciso garantir que os animais estejam devidamente vermifugados e recebido anti-pulgas e carrapatos. Afinal, ninguém quer um bichinho doente após os dias de alegria, certo? Ao chegar no destino, vale deixar que o pet possa explorar o novo espaço, assim ele tende a se familiarizar mais depressa com o local.

Muita atenção – em todas as situações, quanto mais depressa o bicho de estimação se adaptar à mudança, menores as chances de ele apresentar alterações fisiológicas. É natural que, num primeiro momento, ele tenha certa oscilação de apetite ou dúvidas sobre onde fazer suas necessidades. Os proprietários não precisam se preocupar, a não ser que o comportamento persista por mais tempo. Outro ponto importante: não é indicado alterar a dieta do animal durante as férias, pois quanto mais forem mantidos os hábitos, melhor. E como mudanças alimentares requerem troca gradual e exigem no mínimo uma semana, devem ser realizadas antes ou depois das férias. Dica: existem alimentos que são mais práticos, como a linha Ambientes Internos da PremieR pet. Propiciam alimentação de alta qualidade para cães e gatos, com menor volume e odor nas fezes, ou seja, conforto extra para todos. Mas é importante planejar a mudança.

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