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Independente da opção de ida ou permanência do animal – saiba a forma correta de tratá-lo.

Animais de estimação são membros da família e requerem atenção, cuidados diários e principalmente responsabilidade. são sempre inevitáveis, às vezes é possível conciliar a ida do animal, mas nem sempre há esta opção. Saiba como agir, independente da escolha, para evitar o estresse dos donos e pets.

Para quem tem a possibilidade de levar seu cão ou gato no destino desejado, algumas elaboradas pelo veterinário e diretor comercial da , Jefferson Garotti, evitam o desgaste e estresse na viagem.

Viagens de Carro
Por mais que pareça simples, transportar um animal requer cuidados e atenção especial para a e integridade do mesmo. Um dos itens primordiais que deve ser avaliado em qualquer tipo de viagem, seja de carro, , ou até mesmo na permanência do pet em é a carteira de vacinação. Seguir corretamente e estar em dia com o calendário vacinal previne doenças virais e bacterianas que o animal pode contrair durante o período. As moléstias mais comuns são: Cinomose (doença exclusiva dos canídeos que é letal em quase 100% dos casos), (transmitida pela urina do rato e que também atinge o homem) e Raiva (a vacinação é obrigatória e anual – pode atingir o homem também)

Com a carteira de vacinação em dia é hora de avaliar a acomodação no veículo. Não é correto deixar o animal solto, pois em caso de freadas bruscas ou acidentes o pet pode sofrer graves lesões. É recomendado o transporte em caixas especiais que visam a segurança e conforto. Já existem também coleiras que vão presas ao cinto de segurança dos veículos.

Levar água ao animal é essencial. O oferecimento do alimento deve ser evitado em trajetos de até oito horas para evitar náuseas e vômitos no percurso. Nas paradas mais longas, deve-se oferecer apenas água em pequenas quantidades e aguardar trinta minutos antes de continuar a viagem; uma pequena caminhada também é interessante para o animal se exercitar e fazer suas necessidades fisiológicas.

Caso a estada do animal seja no hotel com os donos, verifique com antecedência se o local exige o atestado sanitário, pois deverá solicitar ao médico veterinário – o documento garante que o pet está livre de doenças contagiosas e pode circular.

Viagens de avião
Antes da viagem confira com a companhia aérea se eles permitem a ida do animal. Caso a resposta seja positiva, fique atento onde o pet será acomodado. Alguns permitem a viagem do animal junto com o passageiro na própria cabine do avião, outros apenas no compartimento de bagagens. Independente do local onde o animal será acomodado ele deve ser transportado em caixa especial para transporte e precisará da carteira de vacinação em dia e do atestado sanitário – que deve ser emitido pelo médico veterinário.

Hospedagem do pet em hotéis especializado em animais
Nem sempre é possível o animal acompanhar os donos na viagem. Nessa hora a preocupação é algo inevitável. Hoje em dia, há a opção de hotéis especializados em receber animais de estimação, sendo uma ótima escolha para quem não tem onde deixar o pet.

A visita e a escolha do local devem ser realizadas de forma criteriosa. A avaliação de alguns itens são fundamentais, como a higiene do local, o espaço físico e a obrigatoriedade dos animais recebidos estarem com a vacinação em dia – evita o possível contágio de doenças. O local deve oferecer também assistência médica veterinária em tempo integral.

A alimentação é algo importante. Caso o local ofereça ração diferente é indicado levar a ração que o animal está acostumado em quantidade suficiente para o período da hospedagem, desta forma evita distúrbios intestinais pela troca de alimento.

A adaptação e carência pela falta podem ser amenizadas com objetos que o cão ou gato estão acostumados a brincar, outra opção é enviar uma peça de roupa ou fronha do dono – cheiros e objetos conhecidos no local tranquilizam o animal.

Os animais têm a capacidade de sentir as emoções do dono, na hora da entrega, por mais difícil que seja, é aconselhável não demonstrar tristeza ou angústia, pois os pets tendem a perceber esses sinais e podem ficar depressivos ou até doentes pela ausência.

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