A fumaça do cigarro causa danos à saúde dos cães

A nicotina pode causar processos alérgicos, como rinite, traqueite, bronquite, entre outras doenças

O cigarro faz mal para todos, inclusive para o seu pet. De acordo com a médica veterinária e diretora geral do Grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, os cães que convivem com fumantes e ficam próximos a eles inalando a fumaça do cigarro estão mais propensos a desenvolver doenças respiratórias como bronquite alérgica; doenças dermatológicas, irritações oculares e até mesmo diversos tipos de câncer – o mais comum e agressivo nesse caso é o câncer pulmonar.

“A fumaça do cigarro é extremamente tóxica para os animais de estimação e por conta da sua rotina de limpeza, acabam ingerindo ainda mais a nicotina ao se lamber”. “Lembrando que mesmo pequena quantidade de fumaça inalada pode ter efeitos prejudiciais sobre o seu animal de estimação”, alerta a especialista.

Caroline reforça que o cão pode apresentar coceiras, lesões na pele e também nas córneas. “Caso o seu pet tenha sintomas como espirros, tosses, engasgos, falta de ar e olhos vermelhos é necessário levá-lo ao médico veterinário para uma avaliação”. “Além disso, os animais fumantes passivos do cigarro também podem apresentar queda de pelos e feridas no corpo, que indicam alergia às substâncias dos cigarros”, ressalta a médica veterinária.

A melhor forma de prevenir todos os males causados pelo cigarro é o abandono do vício. “Caso isso não seja possível, é importante que o tutor fume em locais abertos e ventilados, além de deixar o animal o mais longe possível da fumaça”, finaliza.

Sobre o Grupo Vet Popular
O Grupo Vet Popular iniciou suas atividades em 2008 com sua primeira unidade do Hospital Veterinário Vet Popular na Av. Conselheiro Carrão. Esta unidade é a primeira na característica de hospital 24h a preços populares da zona leste de São Paulo. Após seis anos o Grupo inaugurou, ao lado do primeiro hospital, um Centro de Diagnósticos para exames gerais em pets. Em 2015, com a abertura da segunda unidade do hospital na zona norte, o grupo passou a expandir suas ações para outras regiões da cidade.

Com serviços de internação, cirurgia 24h, consultas de especialidades, raio-x digital, ultrassom, centro de imunização e laboratório, o espaço se destaca pela quantidade de clientes e atendimento diferenciado ao longo dos anos. A empresa também promove importantes campanhas de castração, além de cuidados com a estética do animal com banho e tosa, remoção de tártaro e serviços diferenciados como o de táxi-dog, por exemplo.

Atenção: alimentos proibidos para cachorros

Vamos listar alguns destes alimentos tóxicos, e pedimos a gentileza de prestar muita atenção a eles, pois alguns acreditamos que são inofensivos mas podem prejudicar muito o animal.

Conheça alguns destes alimentos:
Chocolate: ele está na lista dos alimentos proibidos e não adianta ficar com pena do seu cachorro. A toxina presente chamada de teobromina pode trazer algumas complicações para o seu pet. Por isso, o chocolate está proibido!

Alho e cebola: estes alimentos também se encontram na lista dos alimentos proibidos para os cachorros. As toxinas também podem trazer complicações para o animal.

Alimentos gordurosos: isso inclui pizza, massas, cachorro quente. E se conter cebola aí sim que o seu cachorro pode ter complicações no intestino. Não é nada bom para ele! Claro que eles vão comer, mas podem ter sérias complicações de saúde.

Uva (naturais ou passas): estes alimentos devem ser evitados. Isso porque podem causar vômitos e lesões renais.

Abacate: a presença da toxina conhecida como persina, traz efeitos negativos ao sistema digestivo e cardíaco dos cachorros. Por isso, não se recomenta essa fruta!

Café: qualquer alimento que contém cafeína pode fazer muito mal para cachorro. Ele pode sentir agitação, convulsões, respiração ofegante e palpitações cardíacas. Jamais dê café ao animal!

O que é adequado para ele comer? RAÇÃO!
Em rações de boa qualidade você pode encontrar as substâncias boas para o seu animal. Nela estão inclusas todas as vitaminas e proteínas que são importantes para o desenvolvimento do seu cachorro.

Veja como cuidar dos cães e gatos no inverno

O frio chegou de forma intensa, principalmente nos estados do Sul do país, e o clima frio e úmido, além do desconforto, podem causar sérios problemas à saúde dos pets.

Para cuidar melhor de seu pet no inverno, confira as dicas da coordenadora de Medicina Veterinária da Universidade Positivo (UP), Thaís Casagrande, e da farmacêutica Sandra Schuster da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

1 – Atenção ao animal
“É muito importante que os tutores fiquem atentos a qualquer sinal clínico ou alteração no comportamento dos animais, pois podem indicar alguma doença, como a “gripe dos cães” ou traqueobronquite infecciosa (tosse dos Canis) e a rinotraqueíte, em gatos”, alerta a veterinária. Tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que o cão está engasgado são os primeiros sinais de gripe em cachorros. Nos gatos, alerta também para espirros, secreção nasal e febre. Ao primeiro sinal, o peludo deve ser imediatamente levado ao veterinário pois essas doenças podem evoluir para uma pneumonia, e as complicações podem levar o animal a óbito.

2 – Vacinação é fundamental
A tranqueobronquite infecciosa canina pode se manifestar durante todo o ano, mas o risco é maior quando as temperaturas caem. A doença pode ser prevenida com vacinação anual contra gripe dos cães. Já para os gatos, a prevenção contra rinotraqueíte é feita na vacina tríplice, quádrupla ou quíntupla que também deve ser administrada todos os anos. Mas alerta: se o animal estiver apresentando qualquer sintoma de gripe ou rinotraqueíte, não deve ser vacinado até que seja tratado.

3 – Banho
A temperatura da água e do ambiente deve ser adequada ao clima. Em casa ou no pet shop, a água deve ser morna e o ambiente aquecido. Para que o pet não sofra com a mudança brusca de temperatura, ao sair do pet shop o tutor deve vesti-lo com uma roupa e cobri-lo com um cobertorzinho, preferencialmente.

Com o frio, é normal que a pele dos animais resseque com mais facilidade, por isso é importante estar atento à fórmula do shampoo e condicionador. “Desenvolvemos shampoos e condicionadores específicos para o tipo de pelagem dos pets e os componentes das fórmulas são hipoalergênicos, livres de parabenos e óleos minerais, ajudando a manter a pele e a pelagem mais hidratadas. Além disso, todos os shampoos contêm um ativo neutralizador de odores, que faz com que o banho ‘dure mais tempo’, ajudando a reduzir a frequência das lavagens”, comenta a farmacêutica Sandra Schuster. Outra alternativa criada pela marca foi o banho seco. Nas versões em pó ou spray, é uma opção para manter o pet limpo reduzindo o número de banhos úmidos.

4 – Hidratação
A pele das patas dos animais também sofre bastante com as temperaturas baixas, principalmente nos dias de geada. Para reduzir os efeitos do frio, os cães podem usar sapatinhos para proteger as patas quando saem para o passeio, mas são poucos os animais que se acostumam com o acessório. O ideal é evitar os horários mais frios e também usar um hidratante. “A docg. criou um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja que hidrata profundamente a pele dos pets. Ele também está sendo muito utilizado nos focinhos, que igualmente sofrem as agressões do frio”, revela a farmacêutica.

5 – Roupas
As roupas ajudam a manter o calor dos pets, principalmente dos animais com pelo curto ou que não possuem sub-pelo. “É importante verificar se o animal ficou confortável, se a roupa não está apertando as pernas, axilas ou pescoço. E também tirar a roupa e escovar os pelos todos os dias, evitando que embolem”, sinaliza a professora. “Trocar a roupa com frequência também evita a proliferação de bactérias e fungos. E nunca deixar que o animal use roupas úmidas, pois podem predispor a uma infecção”, complementa.

6 – Caminhas e casinhas
Caminhas e cobertores ajudam a manter o pet aquecido no período de descanso. Há várias opções de camas, inclusive forradas com pelos, que ajudam a aquecer ainda mais o animal. Gatos também gostam muito de tocas, portanto avalie a possibilidade de comprar uma cama no formato iglu. Evitar deixar a caminha diretamente no chão, também é importante. Tapetes ou cobertores embaixo ajudam a reduzir o frio. Existem opções de camas que ficam elevadas do chão, o que reduz a umidade da caminha, principalmente em dias mais chuvosos.

Para os pets que ficam na parte externa, o ideal é que a casinha fique numa área coberta. Casinhas com proteção térmica e portas ajudam a evitar a entrada de vento e amenizam o frio. Dentro das casinhas é fundamental o uso de caminhas e cobertores. As casinhas e caminhas devem ser aspiradas e lavadas com frequência para eliminar pelos e a proliferação de ectoparasitas, como pulgas e carrapatos.

Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a estação.

Sobre a docg.
Primeira empresa de vendas diretas de produtos pets no Brasil, a docg. foi lançada no mercado em fevereiro de 2017 pelos empresários Sandra Schuster, Flávio Pigatto (fundadores da DrogaVET, maior rede de farmácias de manipulação veterinária no Brasil) e Juliano Cortes (franqueado DrogaVET há mais de 10 anos).
A experiência com saúde animal motivou o desenvolvimento de produtos diferenciados, como os shampoos livres de parabenos, vaselina ou óleos minerais. Além de sua linha própria de cosméticos, que incluem banho seco, creme para patas, perfumes e uma linha dedicada aos profissionais de beleza e estética animal, a docg. oferece uma grande variedade de produtos em seu catálogo. São itens de marcas parceiras, como acessórios, petiscos, alimentos úmidos, brinquedos e camas.

Corações de donos e animais de estimação podem bater em sincronia

Novo estudo sugere que a relação entre os humanos e os seus animais de estimação pode ser tão forte que os seus corações podem bater quase no mesmo ritmo.

Uma equipe de investigadores australianos, liderada pelo Dr. Craig Duncan e Mia Cobb, descobriu que quando um cão e o seu dono passam tempo juntos, os seus batimentos cardíacos não só diminuem como começam a ter uma espécie de sincronia.

Para este estudo, financiado pela Pedigree, três donos foram separados dos seus cães e depois reunidos outra vez. Humanos e cães tinham monitores que mediam as suas frequências cardíacas para saber como este reencontro os afetavam.

Mia Cobb contou ao Huffington Post Australia que “houve uma coerência muito forte no padrão de frequência cardíaca do dono e do cão. Depois de se reunirem, nos primeiros cinco minutos o ritmo cardíaco de cada um quase se alinhou e vimos uma redução logo a seguir”.

Claro que este estudo é muito reduzido mas procura provar que ter animais de estimação pode ser tão bom para a saúde dos humanos como dos animais.

Como o Metro destaca, os efeitos benéficos para o coração, bem-estar, ânimo e saúde geral também ocorrem em quem tem gatos, coelhos, pássaros ou porquinhos-da-Índia.

Esta experiência foi o foco para a campanha da Pedigree na Austrália #HeartsAligned que visa celebrar a relação especial que as pessoas têm com os seus animais de estimação.

Feromônio sintético ajuda a deixar gatos mais tranquilos

Banho e gato não combinam. Não é mito

O felino fica irritado só de passar perto de uma torneira. Mas não é só a água que deixa o animal estressado. Viagens, mudança de móveis, muita gente, solidão, barulho, mudança de alimentação, cães, ambiente diferente do seu habitat, doenças, nova pessoa ou animal em casa são algumas outras razões para tirá-lo do sério.

Com a ideia de promover o bem-estar dos bichanos, o mercado desenvolveu um produto que lembra o odor da substância química secretada pelos felinos e que ajuda a mantê-los mais tranquilos: o feromônio artificial.

Normalmente, o feromônio desenvolvido pela indústria pet é indicado para distúrbios físicos e comportamentais do animal. A substância sintética não causa efeitos em seres humanos.

De acordo com a veterinária Carmem Cecília Peres Xavier Pinto, a substância diminui os sintomas de inflamações na bexiga, vômito e falta de apetite.

— Nós usamos o feromônio como tratamento e como preparação para cirurgias, por exemplo — explica.

petrede-gato-tomando-banhoInclusive quando os donos internam os gatos na enfermaria de clínica veterinária, ela aconselha espirrar ou colocar na parede o difusor com a substância para diminuir o estresse dos bichanos. Com isso, segundo Carmem, os animais brincam, se alimentam e ficam tranquilos até retornarem ao seu ambiente natural.

Para identificar o estresse em gatos, é necessário observar se o animal se alimenta mal, urina em locais estranhos, foge, deixa de brincar ou demonstra atitudes agressivas.

— Cada animal tem uma característica específica, um comportamento padrão — explica a veterinária.

Caso ele esteja com comportamento diverso do comum, pode ser o indício de alguma doença ou estresse.

— Se o felino deixa de comer, pode sofrer uma lesão hepática (excesso de gordura no fígado) — exemplifica.

Gato estressado, acrescenta, para de beber água e, com isso, há acúmulo de cristal na urina, o que pode causar obstrução.

Não há risco de a substância agredir o animal.

— Não é necessário forçar o gato a se alimentar ou a tomar remédio — diz a veterinária.

Ela alerta, porém, que não se trata de um medicamento para curar doenças:

— A substância ajuda no comportamento, mas ainda é necessário descobrir a causa do incômodo no animal.

Quanto aos resultados, os efeitos podem ser percebidos em alguns animais imediatamente depois da primeira aplicação.

— Depende do animal. Mas, em geral, algumas horas após colocar ou espirrar o feromônio o gato já está tranquilo. Em felinos mais estressados e resistentes, o efeito pode ser observado em até um mês — diz Carmem, que usa a substância para acalmar os gatinhos que moram em sua clínica.

Agradecimento: Caso do Gato

Sem estresse – Veja algumas dicas para evitar que seu bichano fique estressado:

* Evite o contato de gatos com cães.

* O gato é um bicho que faz a própria higiene, mas, caso queira dar banho, leve-o em pets especializados em felino.“Para o transporte até o local do banho, espirre feromônio na gaiola alguns minutos antes de colocar o animal”, indica a veterinária Carmem Cecília Peres Xavier Pinto.

* Em mudanças de móveis na casa, é bom preparar o ambiente com novo layout. “Tem que fazer o animal se ambientar à nova mudança”, explica a profissional.

* A viagem do proprietário também estressa o gato. “Nesse caso, procure alguém que possa aplicar o feromônio durante o tempo em que estiver fora.”

* A marcação urinária é um comportamento natural dos gatos, tanto em machos quanto em fêmeas. Um gato não marca com urina locais previamente demarcados com feromônio facial. “Se o gato urina em lugares diferentes, é sinal de que está incomodado com alguma mudança. É bom investigar a causa do estresse”, alerta Carmem.